A consulta, sem letra miúda
O que a consulta mostra, e o que ela não diz
Toda conferência tem limite. Estes são os da ÍRIS, ditos antes de você confiar no resultado.
O que a consulta confere?
Se ele é quem diz ser: se o nome completo que ele te deu bate com o titular do número de telefone que você informou. A ÍRIS nunca revela quem é o titular, só diz se confere.
O que aparece no resultado?
Quando o nome confere, o resultado traz o que a ÍRIS encontrou sobre ele, para você decidir o que fazer com isso.
Quando a fonte não confirma que é ele, a ÍRIS diz que encontrou algo que não conseguiu ligar a ele, em vez de mostrar como se fosse dele.
E se o nome não bater com o telefone?
Aí a ÍRIS não mostra mais nada. Se o nome não bate, ou se o número tem mais de uma pessoa com esse nome, ela te conta isso, e só isso. Vale perguntar de novo a ele, ou repensar o encontro.
O que a consulta não diz?
- Onde ele está
- A consulta não mostra onde ele mora nem onde está agora.
- Se as fotos são dele
- A ÍRIS não compara as fotos do perfil.
- Com quem ele fala
- Nada sobre conversas, redes ou rotina dele.
- Como ele vai agir
- Nenhuma consulta prevê isso. Por isso existe o plano do encontro.
Se nada apareceu, está tudo certo?
Não. “Nada apareceu” quer dizer só que a ÍRIS não encontrou nada ligado a ele na fonte consultada. Não é atestado de nada e não quer dizer que não haja risco. A ÍRIS não dá nota nem veredito: quem decide é você.
Ele fica sabendo que foi consultado?
Não. Ninguém avisa ele, e a consulta não aparece para ele em lugar nenhum. A ÍRIS guarda só o resultado que apareceu para quem consultou; o nome e o número ficam guardados como código, não como texto. Quem foi consultado pode pedir para saber o que existe sobre si, ou pedir correção, pelo canal do encarregado de dados na Política de privacidade.
Quanto custa?
Nada. A ÍRIS é gratuita, com até 3 consultas por mês. A que não consegue conferir o número não conta.